quinta-feira, dezembro 23

Último post do ano!

Este final de ano está sendo uma correria – como se os outros não fossem, blé.
Eu vou tirar uma folguinha semana que vem – mais do que merecida – e só voltarei em 2005. Neste tempo estarei em Natal, debaixo da sombra de um coqueiro, contemplando o mar e tomando água de coco.

Eu já havia descartado a possibilidade de viajar no final do ano porque ando mais duranga do que nunca. Mas meu mocinho quis, e se ele pode pagar, eu é que não vou ficar recusando, né?

Bom, eu gostaria de ter feito um balanço de 2004, mas eu ando em tamanha correria que nem pra isso eu tive tempo pra pensar. O que posso dizer é que neste ano eu conheci uma pessoa especial, que despertou em mim um sentimento a tanto desejado: amor.

Eu estava lendo uma carta que escrevi a Papai Noel no ano passado. E nela eu estava pedindo justamente isso: alguém para amar. Meu presentinho chegou um pouco atrasado, Papai Noel só me entregou no Carnaval. Mas chegou inteirinho!

Por isso, acreditem em seus sonhos. Um dia Papai Noel os realizará. Você os realizará.

Boas Festas a todos!

terça-feira, dezembro 21

O baile

Vestido de festa: 380 reais
Sandália: 32 reais
Bolsa de perua: 30 reais
Cabelo e Maquiagem: 120 reais
Ver a cara de bobo do seu namorado: não tem preço.


Agora deixa eu contar do baile! Olha, valeu a pena cada centavo que eu gastei. Minha auto-estima voltou e eu me senti linda e maravilhosa. O que um bom cabeleireiro não faz, hein? Ouvir meu mocinho dizer: "você está linda!" realmente não tem preço. E olha que não é um "você está linda" qualquer. Tem o ponto de exclamação estampado no final da frase e na cara dele também.

O lugar era enorme, dividido em dois ambientes. Mal chegamos e já fomos tirar fotinhos para o álbum. Eu acho essas fotos um porre porque nenhuma fica com aquele ar natural e descontraído de quem está feliz. E porque eu sempre pisco na hora do flash.

Logo depois já nos encaminharam para a fila da valsa. Imagina organizar todo aquele povo, mais de 300 formandos com seus padrinhos e madrinhas. Agora imagina chamar um por um, enquanto você fica esperando em pé, naquele aperto e calor, com um salto de 7cm. Tem que amar muito pra agüentar um mico destes, viu!

Na hora da valsa eu confirmei o que há muito tempo eu desconfiava: meu mocinho não sabe dançar. Ele é meio durinho, entende? Dança um passinho pra cá e um passinho pra lá, mas não sente a música, não tem leveza. Ainda bem que ele não pisou no meu pé.

Depois disso foi só festa. Dancei mais do que imaginei que agüentaria, teve uma hora que eu até tirei o sapato (coisa de pobre mesmo, e daí?) pra ficar pulando ao som da banda. Na pista tava um calor humano, vixe maria. E o povo trilili, trilili... Lá pelas 4 e meia eu sentei, já contando os minutos pra ir embora.

A banda se despede e eu penso: finalmente acabou. E aí o que entra do lado do palco? Um caminhão de trio elétrico. Ai meu Deus, que loucura é essa? Ainda bem que eu levei uns bombons de alpino porque nessas horas um chocolatinho ajuda a manter o bom humor. Comi uns três só para garantir.

E lá na outra entrada eu ouço uma bateria. Bateria de escola de samba! Vejo umas mulatas com plumas entrando, meu Deus, acho que eles exageraram na festa. E fica o som da bateria concorrendo com o som do trio elétrico. Até que o pessoal do trio elétrico se despede, e eu tbm.

Fim de festa, pelo menos para mim.

segunda-feira, dezembro 20

Enfim, novidades! E muitas.

A colação: tem que amar muito pra aguentar este porre!

Sexta-feira aconteceu a colação de grau do mocinho. Eu havia dito que não iria porque, convenhamos, toda colação é um porre! À tarde ele me ligou pra confirmar:
- Você não quer ir mesmo?
- Querer eu não quero. Mas se for importante pra você, eu vou.
- Ah, então não precisa ir...
(voz triste)

Aí me deu aquele peso na consciência, eu sabia que era importante pra ele. Resolvi ir e chamei uma amiga – amiga é para essas coisas! Passei na casa dela e fomos rumo ao Credicard Hall. Um trânsito de deixar qualquer um de mau humor. Chegamos lá, já atrasadas, e o estacionamento lotado. Tive que deixar na rua e pagar R$ 10, vê se pode! Isso porque um outro Zé mane queria me cobrar R$ 15 num tom ameaçador: Tem que acertar agora, moça! Dei meia-volta e estacionei em outro lugar.

A cerimônia já tinha começado. Conseguimos lugar só lá em cima, na lateral do 3º andar. O Credicard Hall estava totalmente lotado e de onde estávamos não dava pra ver a cara de ninguém por causa da distância. Discurso vai, discurso vem, eu e minha amiga só rindo porque não entendíamos as piadas das quais os outros davam risada. Eu disse que era um porre!

Quando finalmente começaram a chamar os formandos para receber os canudos meu coração acelerou. Levantei-me para prestigiar meu mocinho, mas aquele lugar era tão grande que nem se eu colocasse uma melancia na cabeça ele me enxergaria. Comecei a ficar preocupada, como iria encontrá-lo no meio daquele povo todo? Tinha mais de 4 mil pessoas e o celular dele estava desligado. Comecei a entrar em pânico só de pensar na possibilidade de não encontrá-lo.

Minha barriga roncava de fome e saímos da platéia para comer alguma coisa. Não comprei nada, mas acabamos ficando lá fora conversando. De meia em meia hora entrávamos pra ver a situação da colação. Mais de 350 formandos, o negócio ainda ia longe... Foi quando eu vi a mãe do meu mocinho! Saí correndo para cumprimentá-la e depois não desgrudei mais. Ficamos conversando até a cerimônia acabar.

Quando a cerimônia terminou saiu aquela enxurrada de gente. Mas eu estava tranqüila, já tinha a certeza de que o veria. Acho que ele ficou surpreso ao me ver. Beijei-o com muito orgulho, meu mocinho nerd lindo. Quando ele foi devolver a beca, encontrei uma amiga dele:
-Que bom que você veio! Ele estava todo tristinho dizendo que você só viria se fosse importante pra ele.

Aí eu tive a certeza de que tudo valeu a pena!

sexta-feira, dezembro 17

"Eu escrevo sem esperança de que o que eu escrevo altere qualquer coisa. Não altera em nada... Porque no fundo a gente não está querendo alterar as coisas. A gente está querendo desabrochar de um modo ou de outro...
(Clarice Lispector)

Copiei de um blog amigo, mas ele não me permite linká-lo aqui. Bobo. Mesmo assim gosto muito de vc, viu!

By the way, alguém por aí viu minha auto-estima?

quinta-feira, dezembro 16

Estou triste. Muito triste. Qual o problema? Dinheiro. Sempre o dinheiro...

Pra quem não sabe, não trabalho como CLT, ou seja, não tenho direito a 13º salário, FGTS, seguro desemprego, férias remuneradas e outros benefícios mais. Mas os impostos, ah, deles eu tenho obrigação de pagar.

E pra mim, dezembro e janeiro aperta: seguro do carro, IPVA e licenciamento do mesmo. E o imposto trimestral de quem tem empresa aberta. Uma facada. Que só de pensar nisso me dá dor de cabeça.

Ai, que tristeza.
Estou sem criatividade para escrever. E também sem novidades. Humpf.

segunda-feira, dezembro 13

Livros de presente

Outro final de semana de comilança. Que se continuar deste jeito, eu viro o ano como uma bola. Viro rolando. Mas também, quem resiste a uma picanha suculenta, saindo da churrasqueira?

Mudando de assunto – que eu já não agüento mais falar em comida – alguém já leu o livro As 100 Melhores Histórias Eróticas da Literatura Universal? Comprei de presente pro meu mocinho, junto com o Kama Sutra. Agora é só esperar pra ver o retorno disso, hahaha. Pois é, podem me chamar de egoísta porque eu dou o presente já pensando nos meus próprios benefícios.

sexta-feira, dezembro 10

Os atrasildos

Ontem meu mocinho combinou de passar em casa às 20:30h. Saí do serviço com o pessoal me chamando para um happy hour. Como domingo já teremos o churrasco de confraternização da empresa, achei melhor dedicar a noite ao mocinho. Passei em Moema para experimentar meu vestido que, olhando melhor, não merecia tudo aquilo que paguei. Mas enfim, já paguei, deixa esse aborrecimento pra lá.

Aí eu tive a genial idéia de preparar um jantar para o mocinho. Ultimamente a gente não tem saído porque eu ando sem grana, e achei que poderia compensá-lo com isso. Passei correndo no supermercado para comprar os ingredientes, cheguei em casa e já meti a barriga no fogão. Ficou tudo prontinho na hora e como ele ainda não havia chegado, resolvi tomar um banho para recepcioná-lo toda cheirosa e gostosa. E depois eu fiquei esperando, esperando...

Uma hora depois do combinado eu ligo pra ele toda preocupada:

- Onde você está?
- Tô em casa, to atrasado e...
- Ainda tá na sua casa?
- É que...
- Não precisa vir mais. Já tá tarde. Amanhã a gente se fala. Beijos.
Pi-pi-pi

Eu tive um dia ruim no serviço. Tava super cansada. Ainda me dei o trabalho de cozinhar pra ele. E tava morrendo de fome, esperando por ele. Ele que se foda, vou comer e dormir sozinha!

quinta-feira, dezembro 9

Felicidade de pobre dura pouco. Só o que tenho a dizer hoje =(

quarta-feira, dezembro 8

Momentinho perua. Posso?

Estou realizada. Consegui comprar uma sandália de festa por R$30,00. E não é tosca não, é coisa fina, viu! Tiras fininhas, cor cobre e salto deste tamanho! Combina com a minha bolsinha estilo-mais-perua-impossível. Detalhe da bolsinha: ela é toda coberta por lantejoulas cobre. Peruaaaassa!

terça-feira, dezembro 7



Que dia lindo lá fora. Sol, calor, gente de chinelo. Meu mocinho de férias. E eu aqui, no escritório, só pensando quanta vida boa lá fora...

Ká, volta pro trabalho!!!

segunda-feira, dezembro 6

Meu querido diário

Meu final de semana foi uma delícia, literalmente.

Churrasco no squash, com direito a final de campeonato feminino! Campeã e vice-campeã agradecem o entusiasmo da torcida. À noite teve o jantar de formatura do mocinho. Comida mexicana. Sorte que tínhamos feito um lanchinho árabe antes porque a comida não estava lá grandes coisas. O taco até que estava razoável. Esse jantar mais parecia o próprio baile de formatura: gente vestida a rigor, banda tocando salsa e muita gente enchendo a cara. Já deu pra ter uma noção de como será o baile...

No dia seguinte mais churrasco. O pessoal discutindo como será a colação, o baile, o café da manhã pós-baile. O mais engraçado é ouvir os comentários do jantar anterior, neguinho só metendo pau em tudo e em todos. É comida ruim, som nada a ver, roupa ridícula de fulano, cabelo estranho de cicrano. Olha o veneno escorrendo...

quinta-feira, dezembro 2

Workflow

Business Inteligence, SRM, ERP, VMI, e-Sourcing, e-Catalog, e-Collaboration, e-Procurement, e-Vai-para-a-Puta-que-te-pariu...