segunda-feira, janeiro 31

Tanta gente legal e interessante neste mundo. Por que eu tenho que conviver com as chatas?

sexta-feira, janeiro 28

Eu gosto do Jean e não gosto de ninguém da Tropa de Choque. Eu torço para ele ou a Pink ganhar. É, eu confesso que de vez em quando eu assisto BBB5. Mas só de vez em quando!

quarta-feira, janeiro 26

Closer – perto demais

Nada mais sugestivo do que este filme para um dia que você tem a certeza de que ama seu namorado, mas é surpreendida por sentimentos de desprezo pelo mesmo só porque ele fala umas bobagens que te tiram do sério.
Ok, eu sou normal, assim como qualquer outra pessoa que em determinado momento do namoro se pergunta: será que eu o amo mesmo? Ou será que ele me ama mesmo?
O relacionamento entre duas pessoas é uma coisa complicada, não menos que o próprio sentimento de amor. Eu já disse várias vezes que amar é uma coisa simples, mas agora tenho que me retificar. É muito complicado, viu! E não vou ficar aqui falando da complexidade do meu amor; vão assistir o filme que é muito mais interessante

segunda-feira, janeiro 24

Ando sufocando o meu mocinho. Ou eu estou me sufocando com ele. Não sei. Sinto necessidade de estar com ele, mas não sei mais o quanto isso está sendo bom.

Como um vício que chega ao seu ponto de dependência: você precisa dele mesmo que ele não te faça tão bem como antes.

Não que ele não me faça bem. Ainda o faz. Mas ultimamente ando me irritando tão facilmente - sem a desculpa de TPM, inferno astral ou qualquer bobeira do gênero - que acabo agredindo ele, mesmo sem ter essa intenção conscientemente.

Pois é, essa sou eu. Sarcástica. E ele me atura.

E eu não quero me tornar a namorada chata, estressada e reclamona. E ter o namorado banana – sim, porque muitas vezes ele é banana! – que ignora as reclamações da namorada chata. E se ele não fosse um banana, já teria dado um pé na minha bunda.

sexta-feira, janeiro 21

Diálogos

Amigo: Qual o presente que toda mulher gosta?
Outro Amigo: Ah, isso é fácil. Jóia, toda mulher gosta de ganhar jóia.
Eu: Ah, eu não gosto não. Não uso.
Amigo: Ah, mas você não é uma típica mulher.
Eu: Ah, tá... Serve uma bijou então?

Amigo: E aí, como ficou o carro do seu mocinho?
Eu: Não sei, não falei mais com ele.
Amigo: Você não liga pra ele todo dia?
Eu: Não... Pra dizer a verdade, eu quase não ligo. Dá pra contar nos dedos as vezes que liguei pra ele. Geralmente, ele que me liga.
Amigo: Você não é uma típica mulher.

Amigo: Tem uma pesquisa que fala que os homens gostam de esfiha de carne e as mulheres, de queijo.
Eu: Eu só como esfiha de carne.
Amigo: Eu sabia que você não era mulher!

quarta-feira, janeiro 19

Metas para 2005

Eu sou do tipo de pessoa que gosta das coisas imediatas. Não sei planejar, não gosto de esperar. E como todo começo de ano tem aquela história de “metas para o ano novo”, lá fui eu fazer as minhas também.

O ano de 2004 foi péssimo profissionalmente e ótimo sentimentalmente. Estagnação no meu serviço, falta de dinheiro, conta negativa... E aquela sensação maravilhosa de estar apaixonada, meio abobada até.

Agora, em 2005, pretendo dar um gás maior para o meu lado profissional, sem deixar de lado meu sentimento abobado pelo mocinho. Desde o ano passado tenho pensado em voltar a estudar, e resolvi que este seria o ano da minha pós-graduação.

Depois de pesquisar universidades, cursos e custos, cheguei a conclusão de que eu ganho uma merreca mesmo, e preciso me organizar para deixar a conta bancária longe do vermelho, além de abrir mão de coisas que adoro, como por exemplo, jogar squash.

De imediato isso não é possível, acho que só daqui a 3 meses minhas contas entrarão nos eixos. Isso eu sendo muito otimista e mão de vaca. Logo, a minha pós fica para o meio do ano, humpf, o que me deixa bastante desanimada.

Por enquanto tento me manter longe do cartão de crédito. E longe dos e-commerce da vida, onde é fácil comprar um dvd, um livro ou uma besteira qualquer. O lema agora é dar tchau de mão fechada.

E de meta também coloquei ser mais paciente. Porque, meu Deus, haja paciência pra esperar essa fase apertada passar.

terça-feira, janeiro 18

Agreste

Agreste

No meio da seca, um casal de lavradores simples descobre o amor e foge. Pressentem que "algo" de perigoso paira sobre seu amor. A esposa vem a compreender o porquê, anos depois, após a morte do marido. Essa mulher machucada pela perda, sem entender a dimensão de seu atos, acaba sendo vítima do horror e da intolerância. AGRESTE é um vigoroso manifesto poético, uma fábula sobre ignorância, preconceito e amor incondicional.
Teatro Aliança Francesa

Não costumo copiar a sinopse da peça (ou do filme) de outros sites, gosto de escrever com a minha impressão particular. Como ando sem tempo e sem paciência para redigir, deixo aqui apenas a dica porque a peça é ótima e os atores magníficos.

segunda-feira, janeiro 17

Ai, que eu tô irritada!

Quando acordei irritada no sábado já pressenti: Essa TPM vai ser foda! E foi, literalmente - essa foi a parte boa! De resto, discuti besteiras com minha amiga e quebrei o pau com meu mocinho. É horrível esta sensação que a TPM traz, um misto de irritação-ansiedade-impaciência-tristeza-insatisfação-frustação...

Felizmente, todos nós sobrevivemos a TPM. Inclusive o meu mocinho, que foi o mais atingido.

sexta-feira, janeiro 14

Passa roupa todo dia, que alegria, que alegria...

Aquela pilha de roupa pra passar e eu tentando assistir Hoje é Dia de Maria, minissérie da Globo inspirada no universo da cultura popular. Entre uma roupa e outra eu me atentava ao cenário e figurino da produção global. Nota dez para a produção artística da minissérie.

Eis que ao dobrar a camisa minha mão enrosca no fio do ferro de passar – não me pergunte como – e puft, o ferro cai! Eu arregalo os olhos: Ai, meu ferro!, e em seguida transcorre aqueles segundos de pavor: Será que quebrou?

Desesperada eu pego o ferro e sinto aquele cheiro de queimado. Desligo o ferro, espero esfriar e limpo a base. Ligo para testar seu funcionamento. Para minha felicidade, o ferro continuava funcionando!

Para minha infelicidade, a marca do ferro ficou no carpete.

quinta-feira, janeiro 13

Rapidinhas

Meu Tio Matou um Cara é um filme legalzinho, bonzinho, engraçadinho. Mas muito 'inho' demais, se é que vocês me entendem. Vale pelas caretas do Lázaro Ramos, que adoro.

Jackie Brown é o terceiro filme do Tarantino. E por ser assim, um filme do Tarantino, eu criei muita expectativa. O filme é bom, mas não satisfez minha expectativa. Ah, e é longo demais, deu sono. Mas mesmo assim é bom.

Angels in América é uma minissérie americana que junta um monte de homossexuais: um aidético, um republicano mórmon, um judeu e um negro. E tem também o advogado do diabo (Al Pacino, pra variar), uma esposa viciada em Valium e um monte de anjos. É pra ser assistido aos poucos, como uma minissérie. Não em um dia, como eu fiz.

terça-feira, janeiro 11

Alguém aí tem pensamentos insanos?

Eu devo ser louca. Eu fico imaginando motivos para terminar com o meu mocinho, sendo que estou super feliz com ele. Imagino um motivo qualquer e depois elaboro uma cena daquelas bem dramáticas. Daquelas cenas que você não diz nada, os olhares já são o suficiente pra dizer tudo. Uma ou duas lágrimas rolam e eu saio dizendo apenas adeus. Penso até na trilha sonora da cena. Penso em mudar de país e imagino o sofrimento dele por isso. Chego até a sentir a minha dor por perdê-lo. E penso em nunca mais voltar pra ele.

Ok, eu sou louca mesmo, né?

domingo, janeiro 9

Amigo Secreto

Eu e minhas amigas super poderosas fizemos um amigo secreto. O presente, cada uma tinha que confeccionar em vez de comprar pronto. Coisa de designer. Inspirei-me na Marilyn Monroe do Andy Warhol para o presente da minha amiga. Pintei três quadros dela, em tons vibrantes. Espero que goste dos seus 15 minutos de fama.

sexta-feira, janeiro 7

Vontade...

Vontade de me produzir, ficar bonita. Pintar os olhos e os lábios, deixar os cabelos espetados. Colocar aquela roupinha linda, leve e solta. Vontade de dançar. Fechar os olhos, sentir a música, levantar os braços, mexer os quadris...

Faz tempo que não faço isso. Esquecer da vida e achar que o único problema é o sapato apertado que escolhi pra dançar.

quinta-feira, janeiro 6

Filmes

Vocês assistiram Os Sonhadores, do Bertolucci? Não? Então o que estão esperando, o filme é belíssimo! Pra que curte cinema é um prato cheio, deliciar-se com as charadas de Que filme é esse? Pra quem curte história, a revolução jovem de 68. Pra quem curte polêmica, o diferente relacionamento entre os irmãos gêmeos. Pode ter certeza que vai render várias discussões.

Minha listinha de filmes a ver:

- Zatoichi
- The Edukators
- Doze Homens e Outro Segredo
- Meu Tio Matou um Cara
- Bob Esponja, o filme



Sim, Bob Esponja sim senhor =)

quarta-feira, janeiro 5

Medo de assombração

Depois de passar a semana dormindo agarradinha ao meu mocinho, domingo foi o dia de se esparramar na cama. Como eu estava cansada por ter passado o dia inteiro limpando a casa, achei que capotaria gostoso na cama. E capotei. O problema foi o pesadelo que tive às 4 da manhã. Sonhei com uma mulher morta dentro do guarda roupa, que ninguém enxergava, só eu. Sabe aquela coisa de I see dead people? Pois é, o pesadelo foi esse.

Nunca odiei tanto morar sozinha. Toda vez que eu fechava os olhos a imagem da mulher morta aparecia. Tive que acender as luzes para dissipar meu medo. E não bastaram as luzes do quarto, acendi as luzes do apartamento inteiro. Eu sei que foi só um pesadelo. Eu sei, eu sei que foi uma bobagem. Mas eu fiquei com medo sim, e daí? Não consegui mais pregar os olhos. Fiquei lendo pra me distrair... Ô noite mal dormida!

terça-feira, janeiro 4

Tem rapadura? Tem não, minha fia...

Fiquei tanto tempo sem escrever que agora nem sei por onde começar. Se as coisas não estiverem na ordem cronológica certa, não estranhem. Acho que alguns neurônios meus ainda estão de férias.

Meu final de ano foi maravilhoso. Ganhei vários presentinhos fofos do meu mocinho, incluindo o dvd do filme Lost in Translation, um dos filmes mais legais do ano passado. Passamos a ceia de Natal na casa da prima dele, uma prima chiquérrima, diga-se de passagem.

No dia seguinte almoçamos na casa da minha mãe e fomos correndo pro aeroporto embarcar para Natal. Minha primeira viagem ao Nordeste foi tudo de bom, com alguns contratempos que nem me estressaram tanto. O extravio da minha bagagem me deixou apenas um pouco chateada, como é que a minha própria mala pode viajar mais pelo Nordeste do que eu?

Tudo ficou bem quando eu comprei um biquíni novo, uma bata nova, um chinelo novo. Tudo novo para eu passar o dia em Natal enquanto minha mala passeava por Porto Seguro. Quer dizer, isso foi o que o pessoal da TAM falou, vai saber se a mala não foi parar em Cancun, pelo tempo que ela demorou pra voltar...

Fora isso e algumas briguinhas tolas com meu mocinho – vulgo a baratinha tonta – a viagem correu maravilhosamente bem. Muita praia, água de coco e protetor solar. Muita brisa fresca, tanto até demais que deixava meu cabelo como o de uma nega maluca. Só vendo as fotos para comprovar.

Comemos muitíssimo bem, aliás, isso foi uma coisa que me deixou bastante surpresa: como é barato comer bem em Natal. Comemos camarão praticamente a semana inteira, além de lagosta e peixe grelhado. Uma delícia! Fora as cocadas e castanhas de caju entre o intervalo de uma refeição e outra. Nem preciso dizer que voltei rolando, não é?

Também nem preciso dizer que conheci praias paradisíacas, mergulhei num mar transparente onde vislumbrei corais e peixes coloridos. Que voltei com a bunda roxa de tanto pular no passeio de buggie pelas dunas de Genipabu. Que dormi na rede, abraçada ao meu mocinho, ouvindo o barulho do mar. Ah, nem preciso dizer que já estou morrendo de saudades de tudo isso =)